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Just Mom

Uma autêntica salada russa (eu sei!), mas espero que se divirtam a ler.

Just Mom

Uma autêntica salada russa (eu sei!), mas espero que se divirtam a ler.

09
Nov16

Cenas que me acontecem #9

Mom Sandra

Foi por causa da Curta #449 da Mula que me lembrei desta pequena história, que se passou comigo à uns dias.

 

Enquanto me dirigia para o carro, depois de deixar a Maria e a Inês onde tinham de estar, saio do portão e vejo duas senhoras uns metros adiante. Estavam a começar uma conversa acerca do tempo e dizia uma para a outra:

- Hoje está calor!

- Pois está! Demasiado para a época.

(neste momento passo pelas duas e percebo que ambas me olham. | chegou a altura de vos dizer que eu, devido ao imenso calor que se fazia sentir, vestia uma camisola de alças, calças de ganga e chinelos. Elas, por outro lado, iam vestidas com casacos)

- Mas há pessoas que não sabem em que época estão e não se vestem de acordo com a mesma...

(perspicaz como sou, percebi que o soneto era para mim e respondi à Mom Sandra)

- Hoje em dia ninguém se veste de acordo com a época, mas sim com o tempo e se está calor eu visto-me assim!

 

Fiquei sem resposta... E entrei no carro, a reclamar.

 

 



08
Nov16

As eleições n' América, pelos olhos da Mom

Mom Sandra

Enquanto aguardo, no sofá e enrolada na manta a ver tv, pelos resultados das eleições nos EUA, lembro-me que, também eu, tenho umas palavras a dedicar a este importantíssimo acontecimento.

Tenho acompanhado todos os acontecimentos desde que o processo teve inicio (desde as eleições primárias), e só vos posso dizer que, para não variar, eu também tenho uma opinião acerca de qualquer coisa... aviso que nem a filha da América, Chelsea Clinton, ou Ivanka Trump, escapam!

 

 

 



08
Nov16

O Barómetro da Humanidade

Mom Sandra

Nasci em Lisboa, e nessa belíssima (e cada vez mais "famosa") cidade fui vivendo, até me juntar com o maridão, com 23 anos. Digo que fui vivendo porque, aos dez anos de idade, os meus pais alugaram uma casa numa aldeia em Sintra, onde passámos a ir todos os fins-de-semana e férias.

 

Muito depressa me apaixonei pela vida na aldeia, pela sua paz e ao mesmo tempo pela liberdade que me oferecia. Com dez anos, sair de casa de manhã e só voltar para almoçar, para depois voltar a sair e só regressar à hora do jantar, e passar todas essas horas em aventuras com os amigos, no pinhal, é O Paraíso... Não precisava de mais nada, a aldeia era o meu lugar.

 

(neste momento estarão a perguntar-se o que é que o título deste post tem a ver com o texto, certo? Tem tudo e já vão perceber porquê )

 

Mas a vida na aldeia foi perfeita enquanto eu era criança, porque a minha vida era brincar. Quando cresci e me tornei adulta, quando as brincadeiras deixaram de existir, percebi que a paz e a liberdade, embora continuem a ser maravilhosas, já não chegam. Apercebi-me, desde esta altura, que a mentalidade rural e a urbana chocam... E muito.

 

Hoje, trinta anos depois do primeiro fim-de-semana aqui, penso que esta mentalidade rural já deveria ter acabado há muito tempo e isso faz-me perder a fé na humanidade... No entanto, e porque nem tudo é mau por aqui, existem por vezes algumas atitudes que me fazem voltar a ter esperança.

Este sobe e desce de fé na humanidade levou-me a tentar criar O Barómetro da Humanidade - medidor das atitudes das pessoas; mediante os acontecimentos do meu dia-a-dia, farei um post onde descrevo o(s) acontecimento(s) e o pontuarei com um ponto (positivo se for uma boa coisa, ou negativo se for má).

 

Vejamos no que isto vai dar.



07
Nov16

Querido blog,

Mom Sandra

 

Passaram quase dez meses desde  que te publiquei o último post e, foi com a ideia de voltar no dia seguinte. Mas não o fiz, nem no outro, nem na semana seguinte, nem sequer nos meses seguintes... No entanto, aqui estou eu, a escrever este post, que dedico, só e apenas, a ti.

 

 

Há mais de um ano que as coisas entre nós já não estavam bem. Primeiro, pensei que  problema era teu, que o teu visual não estava de acordo com o que eu tinha idealizado... Por isso, o que é que eu fiz? Mudei-te, como é lógico!, e a coisa resultou durante uns meses, mas já não era igual.

O entusiasmo que sentia, sempre que te abria e escrevia, foi-se desvanecendo, até desaparecer. O encantamento que sentia pelo teu mundo foi desaparecendo à medida que o ia descobrindo - como em todos os lados, no teu mundo existem zonas fantásticas, com blogs cheios de posts interessantes e engraçados, daqueles que por onde vale a pena passearmos todos os dias; mas também existem outras zonas negras, com blogs a evitar - e, foi nessa altura, que pensei que o problema era meu... Por isso, o que é que eu fiz? Desapareci, como é lógico!, e a coisa resultou durante quase dez meses.

 

Quase dez meses sem te visitar, sem te dedicar um segundo que fosse. Quase um ano sem querer saber de ti...

 

... Mas hoje acordei a pensar em ti!.

Acordei a querer voltar para ti! A querer que fosses meu, outra vez! Cheia de vontade de voltar a escrever e de te ver a crescer.

 

Oh meu querido blog, hoje percebi que tive tantas saudades tuas!!!!

 

Obrigada, 



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